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SUTURA GÁSTRICA ENDOSCÓPICA

Veja abaixo.

SUTURA GÁSTRICA ENDOSCÓPICA

Pacientes com sobrepeso ou obesidade moderada (IMC acima de 30) poderão tratar o excesso de peso com uma nova técnica de redução de estômago aprovada recentemente no Brasil: a SUTURA GÁSTRICA ENDOSCÓPICA ( Gastroplastia endoscópica ), procedimento realizado via endoscopia, de forma menos invasiva, sem cortes, que reduz o tamanho do estômago para cerca de 60%, promovendo a saciedade. A perda de peso estimada no período de um ano é de 20% a 25% do peso original. A técnica foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em novembro de 2016. Ao contrário da cirurgia bariátrica tradicional, indicada apenas para pacientes com IMC acima de 40 ou 35 (associado à comorbidades), a “gastroplastia endoscópica” não é uma cirurgia propriamente dita, embora seja realizada em centro cirúrgico e com anestesia geral. Na nova técnica, um endoscópio flexível com uma câmera de alta resolução é inserido no paciente por meio da boca até chegar ao estômago. Uma agulha com um fio altamente resistente costura parte do órgão, diminuindo seu tamanho e o deixando em formato de tubo. “Dessa forma, o estômago fica mais restritivo e com menor complacência, ou seja, não consegue dilatar”. O tempo de “cirurgia” é reduzido – cerca de 60 minutos, ante 2 horas no procedimento tradicional –, o que diminui os riscos de complicações no pós-operatório. Além disso, a recuperação é mais rápida, pois o paciente pode ir para a casa no dia seguinte e retomar as atividades normais em menos de uma semana. Na bariátrica convencional, o tempo de internação fica em torno de três dias e é necessário um repouso maior antes de retomar as atividades. A “gastroplastia endoscópica” é direcionada a outro tipo de obeso – que não seja severo ou mórbido. Não é uma cirurgia, mas um tratamento posicionado entre o clínico e o cirúrgico, semelhante ao balão gástrico. Trata-se de uma intervenção leve sobre a anatomia do estômago, minimamente invasiva e bastante segura. O paciente tem retorno imediato ao trabalho e à atividade física. Vale reassaltar que a perda ponderal é de 20% a 25% do peso (inferior aos resultados das cirurgias bariátricas clássicas) e, como qualquer tratamento para a obesidade, a manutenção do emagrecimento dependerá de ajustes de estilo de vida e reeducação alimentar”.